Camisa 10 foi o autor dos gols da vitória da Argentina sobre a Argélia, em Kansas City
A noite de 16 de junho de 2025 entra para a história. O duelo entre Argentina e Argélia pela primeira rodada do Grupo J da Copa do Mundo entra para a história. Lionel Messi entra, mais uma vez, na história.
Em noite inspirada, o argentino marcou três vezes – pela 11º vez na carreira dele com a camisa argentina –, chegou aos 16 gols e se tornou, ao lado de Miroslav Klose, o maior artilheiro da história da Copa do Mundo.
Mas para Messi isso é pouco. Na noite em que fez seu 200º jogo pela Argentina, o camisa 10 se tornou o primeiro jogador a disputar seis Copas do Mundo com a liderança isolada de jogos no torneio (27), igualou Klose em número de vitórias na competição (17) e superou Pelé em participações em gols no campeonato (24×22).
Como se não bastasse, ele também bateu Rivellino em gols de fora da área em Copas do Mundo (6×5). Com os três tentos dessa noite, Messi se tornou o o maior artilheiro da história da Copa do Mundo.
Messi teve mais uma daquelas noites mágicas que somente ele poderia ter. O argentino mostrou suas credenciais e deu um recado do que vinha pela frente logo aos cinco minutos, quando recebeu de Lautaro Martínez e bateu sem chances para Luca Zidane. Em posição irregular, o gol foi anulado.
Aos 16, não teve jeito. O argentino recebeu sozinho na entrada da área e com espaço bateu, fora do alcance de Zidane.
O craque poderia não ter feito os três gols no duelo de hoje. Aos 31, Messi errou um passe fácil no ataque e deu um pisão em Mandi. Os argelinos pediram cartão vermelho e o VAR sequer chamou o árbitro polonês Szymon Marciniak – o mesmo que apitou a final da Copa há quatro anos.
No segundo tempo, com mais espaço, Messi deu seu show. Primeiro, aos 14, aproveitando o rebote do chute de Mac Allister. Depois, aos 30, batendo no canto da entrada da área. Mais um show do maior jogador de nossa geração.





Da redação: Band
17/06/2026 00:07 • Atualizado há 1 min






































